Territórios

Aldeias Monitoradas

Todas as comunidades indígenas acompanhadas pelo nosso trabalho socioambiental, com registros de território, lideranças e contexto local.

66 aldeias encontradas

Acre

Aldeia Vaka Visu

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Aldeia Kâpu

A aldeia Kãpu integra o Território Indígena Nukini, localizada no município de Mâncio Lima, no estado do Acre. A aldeia é composta por aproximadamente 23 famílias, cuja organização social está baseada nos vínculos comunitários e nas práticas tradicionais do povo Nukini. A dinâmica local é fortemente relacionada ao uso sustentável dos recursos naturais, com atividades voltadas à agricultura de subsistência, pesca e coleta, além da produção de artesanato. A vida na aldeia mantém estreita relação com o território, refletindo conhecimentos tradicionais associados ao manejo da floresta, à conservação ambiental e à reprodução sociocultural do grupo.

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Acre

Aldeia Panã

A Aldeia Panã é uma comunidade indígena localizada na região do Rio Moa, no Acre, sendo um local de encontro para lideranças locais, conforme registrado em redes sociais. A área é marcada por atividades de assembleia, fortalecimento cultural e vivência tradicional, com destaque para a presença do povo Yawanawá na região.

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Acre

RAIMUNDO DO VALE

A Aldeia Raimundo do Vale está localizada na Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá, no município de Porto Walter, Acre, território tradicional do povo Arara/Shawãdawa. O acesso ocorre pelo Igarapé Humaitá, também conhecido localmente como Cruzeiro do Vale. A aldeia constitui um importante espaço de moradia, organização social, fortalecimento cultural e gestão territorial, mantendo forte relação com a floresta, os rios, os roçados, os sistemas agroflorestais, os conhecimentos tradicionais e as práticas produtivas locais. Nesse contexto, contribui para a segurança alimentar, a transmissão cultural e a valorização do modo de vida do povo Shawãdawa. PILNIK, Málika Simis. Relatório de Revisão do Plano de Gestão Territorial e Ambiental da Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá: Produto 01. Cruzeiro do Sul, AC: SEMA/AC, 2021.

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Aldeia Altamira Niyuxilsu

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Flor da Mata Acre

Flor da Mata

A Aldeia Flor da Mata é uma comunidade pertencente ao povo Huni Kuin (Kaxinawá), localizada na região do Alto Rio Tarauacá. A comunidade está inserida na área da Terra Indígena Kaxinawá do Seringal Independência, próxima ao município de Jordão, no estado do Acre.

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Yube Tuwebena Acre

Yube Tuwebena

A Aldeia Yube Tuwebena está localizada na região do Alto Rio Jordão, na Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, município de Jordão, Acre. É habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá), que mantém uma forte relação com a floresta e o rio, preservando sua língua, seus conhecimentos tradicionais, suas práticas culturais e seus modos próprios de organização. As famílias desenvolvem atividades como agricultura, pesca, caça, extrativismo e produção de artesanato.

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Belo Monte Acre

Belo Monte

A Aldeia Belo Monte está localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, na região do alto rio Jordão, município de Jordão, Acre. Habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá), a comunidade mantém sua organização social, conhecimentos tradicionais e práticas de produção agroecológica, com valorização e conservação de sementes tradicionais. O acesso ocorre principalmente por via fluvial. A aldeia possui a Escola Indígena Belo Monte, que oferece Ensino Fundamental do 1º ao 9º ano, em período diurno. A cultura, a língua Hãtxa Kuĩ e a relação com a floresta e o rio são elementos fundamentais da vida comunitária

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Bom FuturoAcre

Bom Futuro

A Aldeia Bom Futuro é do povo Huni Kuĩ (Kaxinawá), localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Alto Rio Jordão, no município de Jordão, Acre. A aldeia mantém uma relação direta com a floresta e desenvolve atividades tradicionais voltadas à subsistência e à gestão sustentável do território. Em 2024, seus plantios agroflorestais foram objeto de mapeamento pela Comissão Pró-Indígenas do Acre, demonstrando a presença e a importância dos sistemas agroflorestais para a produção de alimentos, a conservação ambiental e o fortalecimento da autonomia comunitária. A aldeia também possui a Escola Indígena São José, que atende à educação escolar da comunidade. Sua história está relacionada à ocupação tradicional Huni Kuĩ e ao período de exploração da borracha no rio Jordão.

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Flor da Floresta Acre

Flor da Floresta

A Aldeia Flor da Floresta, situada na região do Alto Rio Jordão, integra a Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, no município de Jordão, Acre. Habitada pelo povo Huni Kuĩ, a aldeia se destaca pela organização de seus espaços produtivos, com roçados e sistemas agroflorestais destinados à alimentação das famílias e à conservação da diversidade de espécies. A comunidade possui a Escola Indígena Bíblia Sagrada, da rede municipal, que oferece o ensino fundamental. Dessa forma, a aldeia reúne produção, educação escolar indígena e conhecimentos tradicionais na manutenção do modo de vida Huni Kuĩ. Fontes: Comissão Pró-Indígenas do Acre e cadastro da Escola Indígena Bíblia Sagrada

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Igarapé MacedoAcre

Igarapé Macedo

A Aldeia Igarapé Macedo está localizada na porção mais alta da Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, no município de Jordão, Acre, sendo identificada pelo próprio Povo como a última aldeia no curso do rio Jordão. É habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá), que mantém uma relação direta com a floresta, os rios e os recursos naturais do território. Desenvolve plantios tradicionais e sistemas agroflorestais voltados à alimentação e à conservação da diversidade agrícola. Também preserva conhecimentos, cantos, danças e práticas culturais Huni Kuĩ, incluindo celebrações tradicionais como o Katxanawa e o Nixpupima, cerimônia de batismo das crianças. O acesso ocorre principalmente por via fluvial, característica que reforça o relativo isolamento da aldeia e a importância do rio para a mobilidade e a vida comunitária.

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Acre

Vari Isko

A Aldeia Vari Isko integra a Terra Indígena Campinas/Katukina, no município de Cruzeiro do Sul, Acre, e é habitada pelo povo Noke Koĩ, pertencente à família linguística Pano. Localizada às margens da BR-364, a comunidade mantém vivas suas tradições por meio dos cantos, das danças, das pinturas corporais, do artesanato, das rodas de saberes, da espiritualidade e do uso tradicional das medicinas da floresta. A aldeia também promove encontros e celebrações culturais abertos à visitação, contribuindo para a valorização e a transmissão dos conhecimentos ancestrais Noke Koĩ, além de fortalecer o diálogo com a sociedade não indígena. Fonte: IBGE. Censo Demográfico 2022 — Aldeia Indígena Vari Isko, TI Campinas/Katukina. PREFEITURA MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL. Prefeitura celebra o Dia Internacional dos Povos Indígenas em parceria com os Noke Koĩ. 16 abr. 2025

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Vari Pe’o

A Aldeia Vari Pe’o integra a Terra Indígena Campinas/Katukina, localizada no município de Cruzeiro do Sul, no Acre, às margens da BR-364. A aldeia é habitada pelo povo Noke Ko’í, também conhecido como Katukina, pertencente à família linguística Pano. Sua população mantém práticas culturais relacionadas à língua tradicional, aos cantos, às pinturas corporais, ao artesanato, à espiritualidade e ao uso dos conhecimentos indígenas associados à floresta. A subsistência das famílias está relacionada principalmente às roças, aos quintais, à produção de mandioca e a outras atividades de agricultura familiar indígena. Fontes: Governo do Acre – Festival Vete Noke Koî, 28 de julho de 2023

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Acre

Shava Vena

A Aldeia Shava Vena integra a Terra Indígena Campinas/Katukina, localizada às margens da BR-364, no município de Cruzeiro do Sul, Acre. É habitada pelo povo Noke Ko’í, também conhecido como Katukina, que preserva sua língua tradicional, seus cantos, pinturas corporais, artesanato, conhecimentos espirituais e práticas culturais relacionadas à floresta. A aldeia destaca-se como espaço de articulação e valorização cultural do território, sediando o tradicional Festival Matxo Noke Koî, além de reuniões e assembleias comunitárias realizadas no Centro Cultural de Convivência Indígena. Também desenvolve atividades produtivas, incluindo o plantio comunitário de mandioca, voltado à segurança alimentar e à geração de renda por meio da produção de farinha e derivados. Fontes: Governo do Acre, 28 de julho de 2023

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Acre

Pino Hoshoya

A Aldeia Pino Hoshoya é uma das 11 aldeias da Terra Indígena Campinas/Katukina, localizada no município de Cruzeiro do Sul, Acre. A comunidade pertence ao povo Noke Ko’í, também conhecido como Katukina, cuja língua tradicional pertence à família linguística Pano. A aldeia integra o território representado pela Associação Geral do Povo Noke Ko’í da Terra Indígena Campinas – AGPN. Fontes: Associação Geral do Povo Noke Ko’í – Informações Gerais da TI e Governo do Acre, 28 de julho de 2023.

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Acre

Maniya

A Aldeia Maniya é uma das 11 aldeias da Terra Indígena Campinas/Katukina, localizada no município de Cruzeiro do Sul, Acre. A comunidade pertence ao povo Noke Ko’í, também conhecido como Katukina, cuja língua tradicional pertence à família linguística Pano. A aldeia integra o território representado pela Associação Geral do Povo Noke Ko’í da Terra Indígena Campinas – AGPN. Fontes: Associação Geral do Povo Noke Ko’í – Informações Gerais da TI e Prefeitura de Cruzeiro do Sul, 1º de agosto de 2023.

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Wanikaya

Aldeia está localizada na TI Campinas/Kaxinawa, no município de Cruzeiro do Sul.

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Acre

Waninawa

A Aldeia Waninawa está localizada na Terra Indígena Campinas/Katukina, no município de Cruzeiro do Sul, Acre, às margens da BR-364. É habitada pelo povo Noke Koî, também conhecido como Katukina-Pano, que mantém viva sua língua originária, pertencente à família linguística Pano, além de seus cantos, conhecimentos tradicionais, práticas espirituais e formas próprias de organização comunitária. As famílias desenvolvem atividades de subsistência, como agricultura, pesca, caça e coleta de produtos da floresta. Fonte: Prefeitura de Cruzeiro do Sul: publicada em 1º de agosto de 2023. É a fonte mais recente e confirma a Aldeia Waninawa entre as aldeias da Terra Indígena Campinas/Katukina. Instituto Socioambiental (ISA): verbete atualizado em 2009, com alguns dados demográficos referentes a 2014.

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Satanawa

A Aldeia Satanawa está localizada na Terra Indígena Campinas/Katukina, às margens da BR-364, aproximadamente no km 66, no município de Cruzeiro do Sul, Acre. É habitada pelo povo Noke Koĩ, também conhecido como Katukina, cuja língua pertence à família linguística Pano. O nome Satanawa está relacionado a uma das divisões clânicas tradicionais dos Noke Koĩ e significa “povo da lontra”. A comunidade mantém práticas culturais como cantos, danças, grafismos, pinturas corporais, artesanato, alimentação tradicional, pajelança e uso de conhecimentos e medicinas da floresta. A aldeia também recebe atividades do Festival Ancestral Vete Noke Koĩ, evento voltado ao fortalecimento da identidade cultural, à celebração da demarcação territorial e ao intercâmbio com visitantes. GOVERNO DO ESTADO DO ACRE. Em Cruzeiro do Sul, 18º Festival Vete Noke Koĩ celebra 39 anos de demarcação da Terra Indígena Katukina. Rio Branco, 28 jul. 2023. ASSOCIAÇÃO GERAL DO POVO NOKE KOĨ DA TERRA INDÍGENA CAMPINAS – AGPN. Quem somos: breve histórico da origem do povo Noke Koĩ. Publicado em 2023; consulta em 22 ago. 2026

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Vari Vena

A Aldeia Vari Vena é uma comunidade do povo Noke Koĩ, localizada na Terra Indígena Campinas/Katukina, no município de Cruzeiro do Sul, Acre. A comunidade mantém vivas a língua Noke Vana, os cantos tradicionais, as práticas espirituais, o uso de plantas medicinais, o artesanato e outros conhecimentos ancestrais associados à floresta. O nome Vari Vena é traduzido como “Novo Sol”, simbolizando esperança, renovação e o início de um novo ciclo. A aldeia também desenvolve iniciativas voltadas ao fortalecimento cultural, à transmissão dos conhecimentos tradicionais às novas gerações e à proteção do território e da biodiversidade amazônica. Fontes: Vari Vena e informações da comunidade Noke Koĩ.

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Varinawa

A Aldeia Varinawa é uma comunidade do povo Noke Koĩ situada na Terra Indígena Campinas/Katukina, no município de Cruzeiro do Sul, Acre. Localizada às margens da BR-364, a aldeia mantém viva a língua Noke Vana e importantes conhecimentos relacionados aos cantos, às pinturas corporais, ao artesanato, às plantas medicinais e à espiritualidade. Seu nome significa “Povo do Sol”, fazendo referência a um dos grupos de parentesco que compõem o povo Noke Koĩ. A subsistência comunitária está associada à agricultura, à criação de animais, à pesca e ao uso sustentável dos recursos da floresta. Fonte: GOVERNO DO ESTADO DO ACRE. Em Cruzeiro do Sul, 18º Festival Vete Noke Koî celebra 39 anos de demarcação da Terra Indígena Katukina. Agência de Notícias do Acre, 28 jul. 2023. Disponível em: agencia.ac.gov.br. Acesso em: 23 ago. 2026.

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Samauma/ Shonoya

A Aldeia Samaúma, também denominada Shonoya — nome que pode ter sido registrado como “Ishonoya” —, pertence ao povo Noke Koĩ, conhecido oficialmente como Katukina. Está localizada na Terra Indígena Campinas/Katukina, na região de Cruzeiro do Sul, às margens da BR-364. A comunidade mantém sua língua indígena, pertencente à família linguística Pano, e preserva conhecimentos tradicionais relacionados à espiritualidade, aos cantos, à medicina da floresta e à produção de artesanato. As famílias também desenvolvem atividades de subsistência, como agricultura, pesca e criação de pequenos animais. A proximidade com a rodovia facilita o acesso à cidade e aos serviços públicos, mas também provoca impactos sobre o território, como redução da caça, circulação de pessoas externas e riscos de acidentes. A aldeia destaca-se pela valorização da cultura Noke Koĩ, pela transmissão dos conhecimentos entre gerações e pela participação de mulheres, jovens, professores e lideranças nas iniciativas comunitárias. Fonte: Instituto Socioambiental – ISA. Povos Indígenas no Brasil: Katukina Pano. Informações sobre o povo Noke Koĩ e a localização da Aldeia Samaúma na Terra Indígena Campinas/Katukina. Disponível em: Povos Indígenas no Brasil. Acesso em: 24 ago. 2026;

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Vari Keka (Sub Grupo da aldeia Maniya)

O Subgrupo Vari Keka está vinculado à Aldeia Maniya, na Terra Indígena Campinas/Katukina, em Cruzeiro do Sul, Acre. Formado por três famílias do povo Noke Koĩ, o núcleo não possui cacique ou liderança própria, mantendo sua organização comunitária ligada à aldeia de referência. Fonte: Diagnóstico Participativo de Impactos – Terra Indígena Campinas/Katukina, 16 de outubro de 2025.

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Aldeia Nova União

Aldeia Nova Uniao está localizado no município de Jordão, estado do Acre, região Norte do Brasil.

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Acre

Aldeia Terra Viva

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Maloquinha Acre

Maloquinha

A Aldeia Maloquinha pertence ao povo Nukini e está localizada na Terra Indígena Nukini, no município de Mâncio Lima, na região do alto rio Moa, extremo oeste do Acre. O território situa-se próximo ao Parque Nacional da Serra do Divisor e à fronteira entre o Brasil e o Peru, formando parte de uma importante área contínua de floresta protegida. Os Nukini pertencem à família linguística Pano. Atualmente, o português é amplamente utilizado pelas famílias, enquanto a língua Nukini passa por um processo de recuperação e fortalecimento, desenvolvido principalmente nas escolas e por meio da transmissão dos conhecimentos dos mais velhos. Fonte: Comissão Pró-Indígenas do Acre – CPI-Acre (2026); Instituto Socioambiental – ISA (2026).

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Acre

Morada Nova + 9 aldeias

Esta entrevista foi realizada em dez aldeias. Portanto, este formulário apresenta, de forma conjunta, as respostas das seguintes aldeias: Morada Nova, Paredão, Cardoso, Xinã Xara, Nova Vida, Shane Kaya, Shaneyhu, Ni Shuvini, Dois Irmãos e Shanenawa.

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Boa União + 11 aldeias

Esta entrevista foi realizada em 11 aldeias. Portanto, este formulário apresenta, de forma conjunta, as respostas das seguintes comunidades: Paroá Central, São Francisco, Boa União, Hãtxa Kuĩ, Nova Aliança, Pupunha, Novo Queijo, Família, Belo Monte, Xenã Bena, Novo Natal e Novo Paraíso.

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Aldeia Mae Bena

A Aldeia Mae Bena está localizada na região do Alto Rio Tarauacá, na Terra Indígena Kaxinawá do Seringal Independência, município de Jordão, Acre. A comunidade é habitada pelo povo Huni Kuĩ, também conhecido como Kaxinawá, que mantém uma relação direta com o rio, a floresta e os conhecimentos tradicionais. A língua originária é o Hãtxa Kuĩ, pertencente à família linguística Pano, além do uso da língua portuguesa. As famílias desenvolvem atividades como agricultura, pesca, caça, extrativismo e artesanato, voltadas principalmente à alimentação e à manutenção da vida comunitária.

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Aldeia do Caucho + 3 aldeias + 5 grupos

O levantamento foi realizado na aldeia Caucho e reuniu informações de forma coletiva sobre quatro aldeias e cinco grupos da Terra Indígena Kaxinawá do Igarapé do Caucho. Participaram do levantamento as aldeias Caucho, Tamandaré, 18 Praias e Nova Aldeia, além dos grupos Txana Ury, Yura Shabawaki, Txaná Reukeneya, Txana Ibu e Xina Bena Keneya. Assim, os dados registrados no formulário representam uma consolidação das informações declaradas pelos participantes sobre essas nove localidades, não devendo ser interpretados como dados exclusivos da aldeia Caucho nem como levantamento censitário de todo o território.

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Aldeia Pinuya

A aldeia Pinuya é a única aldeia da Terra Indígena Kaxinawá da Colônia Vinte e Sete, localizada no município de Tarauacá, a aproximadamente 5 km da área urbana, com acesso terrestre. É habitada pelo povo Huni Kuĩ, cuja língua tradicional, o Hãtxa Kuĩ, pertence à família linguística Pano. O território possui aproximadamente 305 hectares, sendo uma das menores Terras Indígenas do Acre.

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Aldeia Barão

A Aldeia Barão, também denominada Barão do Rio Branco, integra a Terra Indígena Puyanawa, localizada no município de Mâncio Lima, no extremo oeste do estado do Acre. A Terra Indígena é formada principalmente pelas aldeias Barão e Ipiranga, situadas a aproximadamente 25 a 28 km da sede municipal. O acesso ocorre predominantemente por estrada, trafegável durante todo o ano, podendo também ser realizado pelo rio Moa.

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Aldeia Barão

A Aldeia Barão, também denominada Aldeia Barão do Rio Branco, integra a Terra Indígena Poyanawa e está localizada no município de Mâncio Lima, na região do Vale do Juruá, estado do Acre. Juntamente com a Aldeia Ipiranga, constitui um dos principais núcleos de ocupação do povo Puyanawa em seu território tradicional, que possui aproximadamente 24 mil hectares.

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Paz

A Aldeia da Paz está localizada na Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá, no município de Porto Walter, estado do Acre. É habitada pelo povo Arara Shawãdawa, pertencente à família linguística Pano. Conforme as informações obtidas no diagnóstico participativo, a aldeia também compreende o grupo familiar ou núcleo comunitário denominado Porto Alegre, considerado parte de sua organização interna, e não necessariamente uma aldeia independente.

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São Luiz

A Aldeia São Luiz integra a Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá, localizada no município de Porto Walter, estado do Acre. A comunidade é habitada pelo povo Shawãdawa, também conhecido como Arara do Acre, cuja língua tradicional pertence à família linguística Pano. No cotidiano, são utilizadas a língua Shawãdawa e a língua portuguesa, com diferentes níveis de domínio entre as gerações.

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Candin

A Aldeia Candin integra a Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá e foi registrada no Diagnóstico Participativo de 2026 como uma das comunidades do povo Shawãdawa participantes do levantamento. Sua ausência nas relações históricas anteriores indica uma configuração comunitária mais recente ou um reconhecimento posterior como aldeia no interior da Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá. A comunidade participa da dinâmica territorial e organizativa do povo Shawãdawa, contribuindo para a proteção da floresta, a continuidade cultural e a gestão coletiva do território.

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Foz do Nilo

A Aldeia Foz do Nilo integra a Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá e está localizada no município de Porto Walter, no estado do Acre, nas proximidades da confluência do Igarapé Nilo com o Riozinho Cruzeiro do Vale. A comunidade é habitada pelo povo Shawãdawa, também conhecido como Arara, cuja língua tradicional pertence à família linguística Pano.

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Matrinchã

A Aldeia Matrinchã está localizada na Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá, no município de Porto Walter, Acre, e é habitada pelo povo Shawãdawa, também conhecido como Arara. A comunidade mantém uma relação direta com a floresta, os rios e os igarapés, desenvolvendo atividades como agricultura, pesca, caça, extrativismo e artesanato. São faladas a língua indígena Shawã, pertencente à família linguística Pano, e a língua portuguesa.

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São José

A Aldeia São José está localizada na Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá, no município de Porto Walter, Acre, e é habitada pelo povo Shawãdawa, também conhecido como Arara. A comunidade mantém estreita relação com a floresta, os rios e os igarapés, desenvolvendo atividades como agricultura, pesca, caça, extrativismo e artesanato. Entre as atividades extrativistas, destaca-se a coleta de frutos de palmeiras, como cocão e murmuru.

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Bom Futuro

A Aldeia Bom Futuro está localizada às margens do Igarapé Nilo, na Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá, município de Porto Walter, Acre. A comunidade é habitada pelo povo Shawãdawa, também conhecido como Arara, e mantém forte relação com a floresta e os recursos hídricos. As famílias desenvolvem atividades como agricultura, pesca, caça, extrativismo e artesanato, destinadas principalmente ao consumo familiar e comunitário.

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Santo Antônio

A Aldeia Santo Antônio está localizada às margens do Riozinho Cruzeiro do Vale, na Terra Indígena Arara do Igarapé Humaitá, município de Porto Walter, Acre. A comunidade é habitada pelo povo Shawãdawa, também conhecido como Arara, cuja língua indígena pertence à família linguística Pano.

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Paz do Senhor

A Aldeia Paz do Senhor está localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, na região do Alto Rio Jordão, município de Jordão, Acre. A comunidade é habitada pelo povo Huni Kuĩ, também conhecido como Kaxinawá. O acesso ocorre principalmente por via fluvial, e a população mantém uma relação direta com o rio, a floresta e os demais recursos naturais do território.

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Novo Segredo

A Aldeia Novo Segredo está localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, na região do Alto Rio Jordão, município de Jordão, Acre. A comunidade é habitada pelo povo Huni Kuĩ, também conhecido como Kaxinawá, cuja língua tradicional é o Hãtxa Kuĩ, pertencente à família linguística Pano. O português também é utilizado, especialmente nas relações com instituições externas.

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Bari

A Aldeia Bari está localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, no município de Jordão, Acre, e é habitada pelo povo Huni Kuĩ, também conhecido como Kaxinawá. A língua tradicional da comunidade é o Hãtxa Kuĩ, pertencente à família linguística Pano, além do uso do português. O modo de vida está diretamente relacionado ao rio e à floresta, envolvendo agricultura, pesca, caça, extrativismo, artesanato e sistemas agroflorestais.

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Reino das Estrelas

A Aldeia Reino das Estrelas está localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, na região do Alto Rio Jordão, município de Jordão, Acre. A comunidade pertence ao povo Huni Kuĩ, também conhecido como Kaxinawá, e utiliza o Hãtxa Kuĩ, língua da família linguística Pano, além do português. Seu modo de vida está associado ao rio, à floresta e aos conhecimentos tradicionais, envolvendo agricultura, pesca, caça, extrativismo, artesanato e cultivo em sistemas agroflorestais.

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Acre

Verde Floresta

A Aldeia Verde Floresta está localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, na região do Alto Rio Jordão, município de Jordão, Acre. A comunidade é habitada pelo povo Huni Kuĩ, também conhecido como Kaxinawá. A língua tradicional é o Hãtxa Kuĩ, pertencente à família linguística Pano, além do uso do português.

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Novo Natal

A Aldeia Novo Natal está localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, na região do Alto Rio Jordão, município de Jordão, Acre. A organização comunitária e os modos de vida estão associados ao rio, à floresta e aos conhecimentos tradicionais. As principais atividades abrangem agricultura, pesca, caça, extrativismo, artesanato e manejo de sistemas agroflorestais.

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Pão Sagrado de Jesus

A Aldeia Pão Sagrado de Jesus, também registrada de forma abreviada como Aldeia Pão Sagrado, está localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, no município de Jordão. O modo de vida da comunidade mantém estreita relação com o Rio Jordão, a floresta e os conhecimentos tradicionais.

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Nova Revisão

A Aldeia Nova Revisão está localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, na região do Alto Rio Jordão, município de Jordão, Acre. Situada em uma área distante da sede municipal e próxima à parte superior do rio, a comunidade é habitada pelo povo Huni Kuĩ, também conhecido como Kaxinawá. A língua tradicional é o Hãtxa Kuĩ, pertencente à família linguística Pano, além do uso do português.

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Arco Iris

A Aldeia Arco-Íris está localizada no Alto Rio Tarauacá, na Terra Indígena Kaxinawá do Seringal Independência, município de Jordão, Acre. A comunidade é habitada pelo povo Huni Kuĩ, também conhecido como Kaxinawá, que preserva a língua Hãtxa Kuĩ, os conhecimentos tradicionais e uma relação estreita com o rio e a floresta. As famílias desenvolvem atividades como agricultura, pesca, caça, extrativismo e artesanato. A aldeia também se destaca pela transmissão dos conhecimentos às novas gerações, incluindo o ensino dos grafismos tradicionais — kene —, da tecelagem, dos cantos e dos saberes relacionados à floresta.

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Lago Lindo

A Aldeia Lago Lindo está localizada às margens do rio Tarauacá, na Terra Indígena Kaxinawá do Seringal Independência, município de Jordão, Acre. A comunidade é habitada pelo povo Huni Kuĩ, também conhecido como Kaxinawá, e mantém a língua Hãtxa Kuĩ, os conhecimentos tradicionais e as práticas culturais transmitidas entre as gerações. As famílias desenvolvem atividades como agricultura, pesca, caça, extrativismo e produção de artesanato. A aldeia também se destaca pela realização de atividades culturais e pelo desenvolvimento do etnoturismo comunitário, que contribuem para a valorização da cultura e a geração de renda.

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Rosa Branca

A Aldeia Rosa Branca está localizada na Terra Indígena Kaxinawá Seringal Independência, no município de Jordão, às margens do rio Tarauacá. Habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá), a comunidade mantém vínculos com a língua Hãtxa Kuĩ, os conhecimentos tradicionais e as práticas culturais transmitidas entre as gerações. O acesso ocorre principalmente por via fluvial, com percurso estimado em aproximadamente uma hora de barco a partir da sede municipal. A vida comunitária está relacionada ao uso sustentável do território, à agricultura familiar, à pesca, à caça, ao extrativismo e à produção de artesanato, atividades importantes para a alimentação e a manutenção das famílias.

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Jibóia Vivá

Habitada pelo povo Huni Kuĩ, a comunidade da Aledeia Jibóia Vivá mantém sua organização social e seus modos de vida vinculados ao rio, à floresta e ao território indígena. A língua Hãtxa Kuĩ, as práticas culturais, os conhecimentos tradicionais, os cantos, os grafismos e a espiritualidade constituem importantes elementos da identidade comunitária. As atividades produtivas estão relacionadas principalmente aos roçados, à pesca, à caça, ao extrativismo e à criação de pequenos animais, contribuindo para a alimentação das famílias e, quando há excedentes, para a comercialização. OBS: Durante o levantamento de campo, os participantes declararam que esta aldeia pertence à Terra Indígena Kaxinawá do Baixo Rio Jordão. Entretanto, na base territorial do Censo Demográfico de 2022, o IBGE vincula oficialmente a comunidade à Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão. Para fins de cadastro público, adotou-se a classificação territorial do IBGE, preservando-se neste registro a informação declarada pelos indígenas durante a pesquisa de campo.

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Nova Aliança

A Aldeia Nova Aliança está localizada no município de Jordão, no estado do Acre, e é habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá). Durante o levantamento de campo, os participantes declararam que a comunidade pertencia à Terra Indígena Kaxinawá do Baixo Rio Jordão. Entretanto, a base territorial do Censo Demográfico de 2022 do IBGE vincula oficialmente a aldeia à Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, classificação adotada para seu cadastro na plataforma pública. OBS: Durante o levantamento de campo, os participantes declararam que esta aldeia pertence à Terra Indígena Kaxinawá do Baixo Rio Jordão. Entretanto, na base territorial do Censo Demográfico de 2022, o IBGE vincula oficialmente a comunidade à Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão. Para fins de cadastro público, adotou-se a classificação territorial do IBGE, preservando-se neste registro a informação declarada pelos indígenas durante a pesquisa de campo.

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Sacado

A Aldeia Sacado está localizada no município de Jordão, no estado do Acre, e é habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá). Durante o levantamento de campo, os participantes declararam que a comunidade pertencia à Terra Indígena Kaxinawá do Baixo Rio Jordão. Entretanto, a base territorial do Censo Demográfico de 2022 do IBGE vincula oficialmente a aldeia à Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão, classificação adotada para seu cadastro na plataforma pública. A comunidade mantém uma relação direta com o rio Jordão e com os recursos da floresta, que sustentam seus deslocamentos, suas práticas produtivas e sua vida sociocultural. A língua Hãtxa Kuĩ, os conhecimentos tradicionais, os cantos, os grafismos, o artesanato e as formas próprias de organização comunitária constituem elementos importantes da identidade local. A base produtiva está relacionada aos roçados, à pesca, à caça, ao extrativismo e à criação de pequenos animais, atividades destinadas principalmente à alimentação das famílias.

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Acre

Boa Vista

A Aldeia Boa Vista está localizada no município de Jordão, no estado do Acre, e é habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá). Faz parte da TI Kaxinawa do Rio Jordão. A comunidade mantém estreita relação com o rio e a floresta, que sustentam os deslocamentos, a alimentação e as atividades produtivas das famílias. A língua Hãtxa Kuĩ, o artesanato, os grafismos, os cantos, os conhecimentos tradicionais e as práticas espirituais constituem elementos importantes da identidade cultural local. A produção está relacionada principalmente aos roçados, à pesca, à caça, ao extrativismo e à criação de pequenos animais. OBS: Durante o levantamento de campo, os participantes declararam que esta aldeia pertence à Terra Indígena Kaxinawá do Baixo Rio Jordão. Entretanto, na base territorial do Censo Demográfico de 2022, o IBGE vincula oficialmente a comunidade à Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão. Para fins de cadastro público, adotou-se a classificação territorial do IBGE, preservando-se neste registro a informação declarada pelos indígenas durante a pesquisa de campo.

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Acre

Novo Coração

A Aldeia Novo Coração, localizada no município de Jordão, Acre, é habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá). A comunidade mantém forte relação com o rio e a floresta, desenvolvendo atividades como agricultura, pesca, caça, extrativismo, artesanato e criação de pequenos animais. A língua Hãtxa Kuĩ, os conhecimentos tradicionais, os cantos, os grafismos e as práticas comunitárias constituem elementos importantes de sua identidade cultural. OBS: Durante o levantamento de campo, os participantes declararam que esta aldeia pertence à Terra Indígena Kaxinawá do Baixo Rio Jordão. Entretanto, na base territorial do Censo Demográfico de 2022, o IBGE vincula oficialmente a comunidade à Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão. Para fins de cadastro público, adotou-se a classificação territorial do IBGE, preservando-se neste registro a informação declarada pelos indígenas durante a pesquisa de campo.

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Acre

Bela Vista

A Aldeia Bela Vista, localizada no município de Jordão, Acre, é habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá). A comunidade mantém forte vínculo com o rio e a floresta, desenvolvendo atividades como agricultura, pesca, caça, extrativismo, artesanato e criação de pequenos animais. A língua Hãtxa Kuĩ, os conhecimentos tradicionais, os cantos, os grafismos e as práticas comunitárias constituem elementos importantes de sua identidade cultural. OBS: Durante o levantamento de campo, os participantes declararam que esta aldeia pertence à Terra Indígena Kaxinawá do Baixo Rio Jordão. Entretanto, na base territorial do Censo Demográfico de 2022, o IBGE vincula oficialmente a comunidade à Terra Indígena Kaxinawá do Rio Jordão. Para fins de cadastro público, adotou-se a classificação territorial do IBGE, preservando-se neste registro a informação declarada pelos indígenas durante a pesquisa de campo.

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Acre

Astro Luminoso

A Aldeia Astro Luminoso, localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Baixo Rio Jordão, no município de Jordão, Acre, é habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá). A comunidade mantém forte relação com o rio e a floresta, desenvolvendo atividades como agricultura, pesca, caça, extrativismo, artesanato e criação de pequenos animais. A língua Hãtxa Kuĩ, os conhecimentos tradicionais, os cantos, os grafismos e as práticas comunitárias constituem elementos importantes de sua identidade cultural.

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Acre

Nova Empresa

A Aldeia Nova Empresa, localizada na Terra Indígena Kaxinawá do Baixo Rio Jordão, no município de Jordão, Acre, é habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá). A comunidade mantém estreita relação com o rio e a floresta, desenvolvendo atividades como agricultura, pesca, caça, extrativismo, artesanato e criação de pequenos animais. A língua Hãtxa Kuĩ, os conhecimentos tradicionais, os cantos, os grafismos e as práticas comunitárias são elementos fundamentais de sua identidade cultural.

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Novo Horizonte

A Aldeia Novo Horizonte, localizada no município de Jordão, Acre, é habitada pelo povo Huni Kuĩ (Kaxinawá). A comunidade mantém forte vínculo com o rio e a floresta, desenvolvendo atividades como agricultura, pesca, caça, extrativismo, artesanato e criação de pequenos animais. A língua Hãtxa Kuĩ, os conhecimentos tradicionais, os cantos, os grafismos e as formas próprias de organização comunitária constituem elementos importantes de sua identidade cultural.

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Acre

´Boa Esperança

A Aldeia Boa Esperança é uma comunidade indígena do povo Huni Kuĩ (Kaxinawá), situada no município de Jordão, Acre. A comunidade mantém uma relação próxima com o rio e a floresta, preservando práticas tradicionais, conhecimentos ancestrais e atividades de subsistência, como agricultura, pesca, caça, extrativismo e produção de artesanato

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Acre

Boca do Tapado

A Aldeia Boca do Tapado é uma comunidade do povo Nawa, localizada na Terra Indígena Nawa, no município de Mâncio Lima, Acre. A comunidade mantém uma relação próxima com a floresta e os rios, desenvolvendo atividades tradicionais como agricultura, pesca, caça, extrativismo e artesanato. A preservação do território, dos conhecimentos tradicionais e da identidade cultural é fundamental para o fortalecimento e a continuidade do modo de vida Nawa.

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Acre

Novo Recreio I

Situada na Terra Indígena Nawa, no município de Mâncio Lima, Acre, a Aldeia Novo Recreio I integra o território tradicional do povo Nawa. O cotidiano das famílias está relacionado ao uso sustentável dos recursos naturais e às práticas de subsistência, especialmente o cultivo agrícola, a pesca e o extrativismo. A organização comunitária e a transmissão dos saberes entre as gerações são importantes para a valorização da cultura e para a permanência das famílias no território.

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7 de setembro

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Novo Recreio II

A Aldeia Novo Recreio II integra a Terra Indígena Nawa, situada no município de Mâncio Lima, Acre. A vida comunitária é marcada pela convivência entre as famílias, pelo trabalho coletivo e pela utilização dos recursos da floresta para alimentação e subsistência. As práticas produtivas e os conhecimentos transmitidos entre as gerações fortalecem a cultura Nawa, a autonomia da comunidade e o cuidado com o território.

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